António MR Martins antologia poética        

Abertos os Grandes Prémios: Conto Camilo Castelo Branco e Ensaio Eduardo Prado Coelho

 

Em trabalhos de júri aguardar resultados: Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga e Grande Prémio de Romance e Novela

 

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Caderno A5 pele sintéctica

Caneta APE

Caderno A5 pautado
MARIA VELHO DA COSTA
26.06.1938 – 23.05.2020
A Associação Portuguesa de Escritores exprime um pesar profundo pela morte de Maria Velho da Costa, que foi Presidente da sua Direcção (1976/1978) e Sócia Honorária (Março de 1996), escritora maior da Literatura Portuguesa, distinguida com numerosos prémios – entre os quais, o Camões no topo (2002), e aqueles que lhe foram atribuídos por júris desta Casa: Romance e Novela (2000), Teatro (2000) e, sobretudo, Vida Literária (2013).
O mais fulgente da memória que nos deixa encontra-se na obra  ímpar para cuja (re)leitura convocamos os nossos sócios e interlocutores. Na hora de luto que vivemos é este um dos tributos fundamentais à Autora dilecta e à Amiga de sempre e para sempre.

A Direcção

Cerimónias fúnebres
sábado, dia 6 de Junho, a partir das 17h30, na Igreja Santo Condestável (Campo de Ourique).
domingo, missa às 15h00 e cremação às 17h00 no Cemitério dos Olivais
Aberto as candidaturas ao Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho APE/Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão

Destina-se a galardoar anualmente uma obra de ensaio literário, em português e de autor português, publicada em livro, em primeira edição, em 2019.
Prazo limite de entrega das obras: 30 de Junho de 2020

Consulte o regulamento

Aberto as candidaturas ao Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco APE/Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão


Destina-se a galardoar anualmente uma obra de contos, de autor português ou de país africano de expressão portuguesa, publicada em livro em 1.ª edição no ano de 2019.

Prazo limite de entrega das obras: 30 de Junho  2020.


Consulte o regulamento

MÁRIO DE CARVALHO

VENCE O GRANDE PRÉMIO DE CRÓNICA E DISPERSOS LITERÁRIOS

 

Um júri constituído por Cândido Oliveira Martins, Carlos Albino Guerreiro e Paula Mendes Coelho decidiu, por unanimidade, atribuir o Grande Prémio de Literatura Crónica e Dispersos Literários APE/C.M. de Loulé ao livro O que eu ouvi na barrica das maçãs, de Mário de Carvalho (Porto Editora).

 

Na acta pode ler-se: “O livro de Mário de Carvalho – ‘O que eu ouvi na barrica das maçãs’, destaca-se do conjunto das obras apresentadas a concurso pela plena conjugação com a linha característica do género da crónica na tradição literária portuguesa. Outras obras a concurso são igualmente de grande mérito mas estão fora dos parâmetros regulamentares do prémio ou fora das características dos géneros em consideração.”

 

O Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Loulé, destina-se a galardoar anualmente uma obra em português, de autor português, publicada em livro e em primeira edição em Portugal, no ano de 2019. Na presente edição, o valor monetário deste galardão para o autor distinguido é de € 12.000,00 (doze mil euros).

 

A cerimónia de entrega do prémio será anunciada oportunamente.

 

O Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários distinguiu já os autores José Tolentino Mendonça, Rui Cardoso Martins, Mário Cláudio e Pedro Mexia.

                                                                               

Lisboa, 17 de Junho de 2020.

 

                                                                                                                                                                                                                                                                    A Direcção

Mário de Carvalho nasceu em Lisboa em 1944. Licenciou-se em Direito e viu o serviço militar interrompido pela prisão. Desde muito cedo ligado aos meios da resistência contra o salazarismo, foi condenado a dois anos de cadeia, tendo de se exilar após cumprir a maior parte da pena. Depois da Revolução dos Cravos, em que se envolveu intensamente, exerceu advocacia em Lisboa. O seu primeiro livro, Contos da Sétima Esfera, causou surpresa pelo inesperado da abordagem ficcional e pela peculiar atmosfera, entre o maravilhoso e o fantástico.

Desde então, tem praticado diversos géneros literários – romance, novela, conto, ensaio e teatro –, percorrendo várias épocas e ambientes, sempre em edições sucessivas. Utiliza uma multiforme mudança de registos, que tanto pode moldar uma narrativa histórica como um romance de atualidade; um tema dolente e sombrio como uma sátira viva e certeira; uma escrita cadenciada e medida como a pulsão duma prosa endiabrada e surpreendente.

Nas diversas modalidades de Romance, Conto e Teatro, foram atribuídos a Mário de Carvalho os prémios literários portugueses mais prestigiados (designadamente os Grandes Prémios de Romance, Conto e Teatro da APE, o prémio do Pen Clube e o prémio internacional Pégaso). Os seus livros encontram-se traduzidos em várias línguas. Obras como Os AlferesA Inaudita Guerra da Avenida Gago CoutinhoUm Deus Passeando pela Brisa da TardeO Varandim seguido de Ocaso em CarvangelA Liberdade de Pátio ou Ronda das Mil Belas em Frol são a comprovação dessa extrema versatilidade.

 

(Fonte: Porto Editora)

FERNANDO GUIMARÃES

PREMIADO COM O GRANDE PRÉMIO DE POESIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO

 

Um júri constituído por Carina Infante do Carmo, José Manuel de Vasconcelos e Rita Patrício decidiu por unanimidade, atribuir o Grande Prémio de Poesia Maria Amália Vaz de Carvalho APE/C.M. de Loures ao livro Junto à Pedra, de Fernando Guimarães (Afrontamento).

 

Na acta pode ler-se: “O júri deliberou por unanimidade atribuir o prémio ao livro ‘Junto à Pedra’, por se tratar de uma obra de composição equilibrada e orgânica, com ressonâncias maioritariamente clássicas e uma sólida meditação de índole filosófica, fundada no diálogo com a tradição artística ocidental.”

 

O Grande Prémio de Poesia Maria Amália Vaz de Carvalho, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Loures, galardoa anualmente uma obra de poesia, em português e de autor português, publicada integralmente e em primeira edição no ano de 2019 na edição presente.

 

O valor monetário deste Grande Prémio é, para o autor distinguido, de € 12.500,00 (doze mil e quinhentos euros).

 

A cerimónia de entrega do prémio será anunciada oportunamente.

 

Na 1.ª edição, em 2019, do Grande Prémio de Poesia Maria Amália Vaz de Carvalho, distinguiu o poeta Gastão Cruz.

                                                                               

 

Lisboa, 18 de Junho de 2020.

 

                                                                                                                                                                     A Direcção

Fernando Guimarães publicou desde 1956 vários livros de poesia e de ensaio, tendo alargado também a sua actividade à ficção e ao teatro. Os seus livros de ensaio referem-se à literatura portuguesa, sobretudo desde o século XIX à actualidade, e a questões relacionadas com a história da estética em Portugal ou com a filosofia da arte. Tem exercido crítica literária (revista Colóquio/Letras, Jornal de Letras, etc.) e faz parte, como investigador, do Centro de Estudos do Pensamento Português da Universidade Católica Portuguesa. Recebeu vários prémios literários, nomeadamente os da Associação Portuguesa de Escritores, da Associação Internacional de Críticos Literários, do PEN Clube. Foram-lhe atribuídos pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra prémios de tradução de poesia; considerando o conjunto da sua obra ensaística, a Universidade de Évora concedeu-lhe o Prémio Vergílio Ferreira.

Colaborou na apresentação de catálogos de exposições ou em outras iniciativas com os artistas plásticos Cruzeiro Seixas, José Rodrigues, Armanda Passos, Flor Campino, Armando Alves, Joana Vasconcelos e Manuel Malheiro. Na colecção de poesia das Edições Afrontamento saíram os seguintes livros de Fernando Guimarães: O Anel Débil (esgotado), Limites para uma Árvore , Poesias Completas — Vol. I: 1952-1988.

 

(Fonte: Edições Afrontamento)

 

 

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