António Ferra   🕇

 

Disponível mediante contacto com a APE

Cerimónia de entrega

Grande Prémio de Poesia Maria Amália Vaz de Carvalho

Abertura das candidaturas ao Grande Prémio de Poesia Maria Amália Vaz de Carvalho APE/Câmara Municipal de Loures

 

Destina-se a galardoar obras de poesia publicadas em 1.ª edição, no ano 2020, em português e de autor português.

Prazo de entrega das obras:  1 a 31 de Março de 2021.

 

Consulte o regulamento

Carmen Dolores (1924-2021)

Homenagem de memorial afecto e dor à actriz suprema,
escritora e intérprete de poetas.
Sócia Honorária da APE.

Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco APE/CM Vila Nova de Famalicão

Abertura das candidaturas ao Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco APE/CM Vila Nova de Famalicão

 

Destina-se a galardoar anualmente uma obra em português, de autor português ou de país africano de expressão portuguesa, não sendo admitidos a concurso livros póstumos nem de índole infanto-juvenil ou de autores que tenham sido premiados numa das cinco edições anteriores.

Prazo de entrega das obras: 10 de Março a 5 de Abril de 2021.

 

Consulte o regulamento

Grande Prémio de Romance e Novela/DGLAB

Abertura das candidaturas ao Grande Prémio de Romance e Novela/DGLAB

 

Destina-se a galardoar, anualmente, um livro de carácter romanesco ou novelístico, em português e de autor português.

Prazo de entrega das obras: 10 de Março a 5 de Abril de 2021.

 

Consulte o regulamento

Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE/Câmara Municipal de Amarante

Na manhã do próximo domingo, dia 10 de janeiro, vai ser entregue nos Paços do Concelho de Amarante o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE/C.M. de Amarante a Luís Filipe Castro Mendes.

Dado o contexto pandémico que o país vive atualmente, a cerimónia será de acesso limitado.

Confirmadas estão as presenças do premiado, que desempenhou funções como Ministro da Cultura, assim como dos presidentes da Associação Portuguesa de Escritores (José Manuel Mendes) e do Município de Amarante (José Luís Gaspar).

 

In averdade.com

ADIADA
devido à proibição de circulação entre concelhos e recolhimento obrigatório durante o fim de semana
LUÍS FILIPE CASTRO MENDES VENCE O
GRANDE PRÉMIO DE POESIA TEIXEIRA DE PASCOAES APE/C.M. DE AMARANTE – 2018/2019


Um júri constituído por Clara Rocha, Isabel Cristina Mateus e José Tolentino Mendonça decidiu, por unanimidade, atribuir o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE/C.M. de Amarante ao livro Poemas Reunidos, de Luís Filipe Castro Mendes (Assírio & Alvim).

Da acta destaca-se: “O júri teve em conta a revisitação e renovação das formas clássicas, elegia e soneto, e, em especial, a relação com a tradição camoniana (…) Valorizou ainda o jogo dialógico com os autores do cânone cultural ocidental, bem como a ponte intercultural com o Oriente e o Brasil. Mereceu igualmente destaque uma visão irónica e auto-irónica relativamente à contemporaneidade.

O Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes, bienal, da Associação Portuguesa de Escritores  com o patrocínio da Câmara Municipal de Amarante, admitiu a concurso obras completas de poesia ou antologias poéticas de autor publicadas nos anos 2018 e 2019, em português e de autor português.

O valor deste Grande Prémio é de € 12.500,00 (doze mil e quinhentos euros).

A cerimónia pública de entrega do Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE/C. M. de Amarante será oportunamente anunciada.


Lisboa, 16 de Dezembro de 2020
                                                                               
A Direcção

Poeta ficcionista português, Luís Filipe Castro Mendes nasceu em 1950 e, ainda muito cedo, entre 1965 e 1967, foi colaborador do jornal Diário de Lisboa-Juvenil. Em 1974, licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa e desenvolveu, a partir de 1975, uma carreira diplomática sucessivamente em Luanda, Madrid e Paris. Ao serviço do Ministério dos Negócios Estrangeiros, esteve ainda colocado no Conselho da Europa. Enquadrável numa estética pós-modernista, a obra de Luís Filipe de Castro Mendes revela um universo enigmático onde o fingimento e a sinceridade, o romântico e o clássico, a regra e o jogo levam até às realizações mais lapidares e expressivas O Jogo de Fazer Versos. Desde Recados (1983), o seu livro de estreia, onde problematiza quer a relação entre o sujeito e a realidade pela impossível nomeação que inscreve a poesia entre a palavra e o silêncio (…)  Areias Escuras (1984), Seis Elegias e Outros Poemas (1985), galardoado com o prémio da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto, A Ilha dos Mortos (1991), O Jogo de Fazer Versos (1994) e Outras Canções (1998) são ainda exemplos de outras obras deste autor.

 

(Fonte: https://www.assirio.pt/)

 

Aberto as candidaturas

Destina-se a galardoar bienalmente uma Obra Completa de Poesia ou Antologia Poéticas de Autor, em português e de autor português, publicada integralmente e em 1.ª edição, nos anos 2018 e 2019.

Prazo para entrega das obra inicia a 3 de Setembro com termino a 30 de Setembro de 2020

 

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Ciclo de Cinema

ESCREVER FILMAR | ESCRITORES NO CINEMA 

Parceria com a Cinemateca Portuguesa e

Apoio da Antena1

PROGRAMAÇÃO DAS SESSÕES

9 Filmes: Providence | Florbela | Movimento em Falso | O Dia do Desespero | As Faces de Harry | O Escritor Fantasma | Malina | Madame Bovary | Vidas Duplas

Abertura das candidaturas

 

Destina-se a galardoar anualmente uma obra em português, de autor português, publicada em livro e em primeira edição, no ano anterior ao da sua entrega, nos domínios da crónica e dos dispersos literários reunidos em volume.

Prazo de entrega das obras:  1 a 31 de Março de 2021.

 

Consulte o regulamento

LÍDIA JORGE
PREMIADA COM O GRANDE PRÉMIO DE CRÓNICA E DISPERSOS LITERÁRIOS

Um júri constituído por Carina Infante do Carmo, José Carlos Seabra Pereira e José Viale Moutinho decidiu, por unanimidade, atribuir o Grande Prémio de Literatura Crónica e Dispersos Literários Câmara Municipal  de Loulé/ Associação Portuguesa Escritores ao livro Em Todos os Sentidos, de Lídia Jorge (D. Quixote).

Na acta pode ler-se: Em Todos os Sentidos, de Lídia Jorge, mereceu o voto do júri por se tratar de um livro de mestria cronistica. Do conjunto de textos resulta uma obra bem afeiçoada e nela se evidenciam: a brevidade impressionista suscitada pela ocasião, pela actualidade que ganha fôlego reflexivo; uma arte bem temperada na composição e intencionalidade da crónica; e o poder de sugestão, inferência e alusão da escrita com laivos ficcionais e poéticos.”

O Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Loulé, destina-se a galardoar anualmente uma obra em português, de autor português, publicada em livro e em primeira edição em Portugal, no ano de 2020. Na presente edição, o valor monetário deste galardão para o autor distinguido é de € 12.000,00 (doze mil euros).

A cerimónia de entrega do prémio terá lugar no próximo dia 15 de Maio, às 10h30 no Auditório da Assembleia Municipal, em Loulé.

O Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários distinguiu já os autores José Tolentino Mendonça, Rui Cardoso Martins, Mário Cláudio, Pedro Mexia e Mário de Carvalho.
                                                                               
Lisboa, 4 de Maio de 2021.

Lídia Jorge estreou-se com a publicação de O Dia dos Prodígios em 1980, um dos livros mais emblemáticos da literatura portuguesa pós-revolução. Desde então tem publicado vários títulos nas áreas do romance, conto, ensaio e teatro. Em 1988, A Costa dos Murmúrios abriu-lhe as portas para o reconhecimento internacional, tendo sido posteriormente adaptado ao cinema por Margarida Cardoso. Entre muitos outros, são de realçar títulos como O Vale da Paixão, O Vento Assobiando nas Gruas (Grande Prémio de Romance de Novela APE), Combateremos a Sombra ou Os Memoráveis, obra que tem sido considerada como uma poderosa metáfora da deriva portuguesa das últimas décadas. Aos seus livros têm sido atribuídos os principais prémios nacionais, alguns deles pelo conjunto da obra, como o Prémio da Latinidade, o Grande Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores - Millenium BCP, ou mais recentemente o Prémio Vergílio Ferreira de 2015. No estrangeiro, entre outros, Lídia Jorge venceu em 2006 a primeira edição do prestigiado prémio ALBATROS da Fundação Günter Grass e, em 2015, o Grande Prémio-Luso Espanhol de Cultura.

 

(Fonte: D. Quixote)

Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários

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