Jerónimo Jarmelo  
Manuel de Lima Bastos  
José Emílio-Nelson  
Centenário de Jorge de Sena – brevemente a programação.
A Associação Portuguesa de Escritores evoca os 20 anos da morte de José Cardoso Pires, no próximo dia 19 de Fevereiro (3.ª  feira) pelas 19h30, com um jantar no Café Martinho da Arcada.

A sessão José Cardoso Pires – Connosco, conta com as intervenções de Bruno Vieira Amaral, Fernando Dacosta, José Manuel Mendes e Luís Machado. 

Convidam-se os sócios e seus amigos a tomar parte desta iniciativa.

As inscrições estão abertas, até ao dia 15 de Fevereiro (lotação da sala com máximo de 60 pessoas).

Inscrição com a ementa
Evocação a José Correia Tavares no 1.º aniversário do seu falecimento
Fotos Fernando Bento
Aberto as candidaturas ao
GRANDE PRÉMIO DE LITERATURA BIOGRÁFICA APE/C. M. DE CASTELO BRANCO

O Grande Prémio de Literatura Biográfica APE/C. M. de Castelo Branco, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores (APE) e patrocinado pela Câmara Municipal de Castelo Branco (C. M. de Castelo Branco), destina-se a galardoar bienalmente uma obra em português, de autor português, publicada em livro, em Portugal, e em primeira edição entre 2016 e 2018.
Prazo limite de entrega das obras: 29 de Março de 2019.

Consulte o regulamento

Evocação a José Cardoso Pires
Fotos Fernando Bento
António Sérgio Cinquenta Anos Depois
26 de Março de 2019 | 18h00 | Associação 25 de Abril
A Associação Portuguesa de Escritores  vai evocar a figura e a obra de António Sérgio (1883-1969), no âmbito do cinquentenário da sua morte. Este tributo a um dos mais brilhantes pensadores do Portugal contemporâneo, está calendarizado para 26 de Março (terça-feira) e terá lugar às 18h00 na sede da Associação 25 de Abril, em Lisboa. A sessão António Sérgio, Cultura, Resistência e Liberdade, coordenada por Luís Machado, conta com a participação de A. Campos Matos, António Valdemar e José Manuel Mendes.
António Sérgio – filósofo, historiador, pedagogo e político – foi opositor do regime de Salazar e tem uma obra literária que importa redescobrir.
Fotos Fernando Bento
Aberto as candidaturas ao Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga
APE/Câmara Municipal de Braga


Destina-se a galardoar anualmente uma obra em português e de autor português, no domínio da Literatura de Viagens, publicada integralmente e em 1.ª edição, no ano 2018 e ainda, a título excepcional, 2017.
Prazo limite de entrega das obras: 15 de Maio de 2019.

Consulte o regulamento 

Aberto as candidaturas ao Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho
APE/Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão


Destina-se a galardoar anualmente uma obra de ensaio literário, em português e de autor português, publicada em livro, em primeira edição, em 2018.
Prazo limite de entrega das obras: 15 de Maio de 2019.

Consulte o regulamento  
GRANDE PRÉMIO DE CRÓNICA E DISPERSOS LITERÁRIOS APE/C. M. DE LOULÉ

Um júri constituído por Carina Infante do Carmo, Isabel Cristina Rodrigues e Liberto Cruz decidiu, por unanimidade, atribuir o Grande Prémio de Literatura Crónica e Dispersos Literários APE/C.M. de Loulé ao livro Lá Fora, de Pedro Mexia                            (Tinta-da-China).

Da acta destaca-se ter sido atribuído o Prémio: “… é um livro de crónicas de um intelectual no mundo de hoje, observando esse mesmo mundo por intermédio da arte (literatura, música, cinema) como coisa íntima e reclusa de si. A elegância da escrita da obra escolhida reverte a favor do apuro da forma cronística e da recolecção em livro dos dispersos publicados na imprensa.”

O Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Loulé, destina-se a galardoar anualmente uma obra em português, de autor português, publicada em livro e em primeira edição em Portugal, no ano de 2018. Na presente edição, o valor monetário deste galardão aumenta para o autor distinguido, € 12.000,00 (doze mil euros).

A cerimónia de entrega do prémio terá lugar no Dia do Municipio, 30 de Maio, pelas 9h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Loulé.

O Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários distinguiu já os autores José Tolentino Mendonça, Rui Cardoso Martins e Mário Cláudio.
                                                                               
Lisboa, 9 de Maio de 2019.
Novo patrocínio
Aberto as candidaturas ao Grande Prémio de Poesia Maria Amália Vaz de Carvalho
APE/Câmara Municipal de Loures


Destina-se a galardoar anualmente uma obra de poesia, em português e de autor português, publicada em livro, em primeira edição, a título excepcional, em 2017 e 2018.
Prazo limite de entrega das obras: 31 de Maio de 2019.

Consulte o regulamento
 
                                                                                    CONVOCATÓRIA

Nos termos do n.º 1 do Artigo 20.º dos Estatutos, convoco a Assembleia Geral Ordinária da Associação Portuguesa de Escritores para as 16h00 do dia 14 de Maio de 2019, na Sede em Lisboa (Rua de São Domingos à Lapa, 17), com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1. Apresentação, discussão e votação do Relatório e Contas de 2018 e do respectivo Parecer do Conselho Fiscal;

2. Outros assuntos de interesse associativo.

Não estando presente metade dos sócios efectivos, reunir-se-á a Assembleia uma hora depois, com os sócios presentes, nos termos do n.º 2 do Artigo 25.º dos Estatutos.

Lisboa, 17 de Abril de 2019

                                                                                    O Presidente da Mesa da Assembleia Geral,
                                                                        
                                                                                                           Mário Cláudio
Estão em curso os trabalhos do júri que irá deliberar qual a obra e o autor vencedores deste Grande Prémio na primeira quinzena de Maio próximo.
A cerimónia pública de entrega do Prémio ao escritor que vier a ser distinguido terá lugar no Salão Nobre da Câmara Municipal de Loulé, entidade patrocinadora, no dia 30 desse mês.
Em tempo oportuno proceder-se-á a nova informação.

                                                                                                                                                                 
18/Abril/2018
Pedro Mexia nasceu em Lisboa, em 1972. Licenciou-se em Direito pela Universidade Católica. Crítico literário e cronista nos jornais «Diário de Notícias» e «Público», escreve actualmente no semanário «Expresso». É um dos membros do «Governo Sombra» (TSF/TVI24), e co-autor, com Inês Meneses, de «PBX», um programa da Radar e podcast do «Expresso». Foi subdirector e director interino da Cinemateca Portuguesa.
Publicou seis livros de poesia, antologiados em «Menos por Menos» (2011), a que se seguiu «Uma Vez Que Tudo se Perdeu» (2015). Editou os volumes de diários «Fora do Mundo» (2004), «Prova de Vida» (2007), «Estado Civil» (2009) e «Lei Seca» (2014), e as colectâneas de crónicas «Primeira Pessoa» (2006), «Nada de Melancolia» (2008), «As Vidas dos Outros» (2010), «O Mundo dos Vivos» (2012), «Cinemateca» (2013) e «Biblioteca» (2015). No Brasil, saíram «Queria mais é que chovesse» (crónicas, 2015) e «Contratempo» (poesia, 2016).
Organizou um volume de ensaios de Agustina Bessa-Luís, «Contemplação Carinhosa da Angústia»; a antologia «Verbo: Deus como Interrogação na Poesia Portuguesa» [com José Tolentino Mendonça]; e «O Homem Fatal», crónicas escolhidas de Nelson Rodrigues. Traduziu Robert Bresson, Tom Stoppard, Hugo Williams e Martin Crimp. Coordena a colecção de poesia da Tinta-da-china. Em 2015 e 2016 integrou o júri do Prémio Camões.
                                                                                                        (Fonte: Editora Tinta-da-China)
© 2010 - 2019, APE - Associação Portuguesa de Escritores
Desenvolvido por: Joaquim Trindade