Cândido Ferreira  
Maria João Carrilho  
Alice Vieira e António Mota  
Carlos Loures  
Mário Cláudio  
Centenário de Jorge de Sena: dia 18 e 25 de Junho.

Luís Vendeirinho

Um júri constituído por Carina Infante do Carmo, Isabel Cristina Rodrigues e Liberto Cruz decidiu, por unanimidade, atribuir o Grande Prémio de Literatura Crónica e Dispersos Literários APE/C.M. de Loulé ao livro Lá Fora, de Pedro Mexia                            (Tinta-da-China).

Da acta destaca-se ter sido atribuído o Prémio: “… é um livro de crónicas de um intelectual no mundo de hoje, observando esse mesmo mundo por intermédio da arte (literatura, música, cinema) como coisa íntima e reclusa de si. A elegância da escrita da obra escolhida reverte a favor do apuro da forma cronística e da recolecção em livro dos dispersos publicados na imprensa.”

O Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Loulé, destina-se a galardoar anualmente uma obra em português, de autor português, publicada em livro e em primeira edição em Portugal, no ano de 2018. Na presente edição, o valor monetário deste galardão aumenta para o autor distinguido, € 12.000,00 (doze mil euros).

A cerimónia de entrega do prémio terá lugar no Dia do Municipio, 30 de Maio, pelas 9h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Loulé.

O Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários distinguiu já os autores José Tolentino Mendonça, Rui Cardoso Martins e Mário Cláudio.
                                                                               
Lisboa, 9 de Maio de 2019.
Estão em curso os trabalhos do júri que irá deliberar qual a obra e o autor vencedores deste Grande Prémio na primeira quinzena de Maio próximo.
A cerimónia pública de entrega do Prémio ao escritor que vier a ser distinguido terá lugar no Salão Nobre da Câmara Municipal de Loulé, entidade patrocinadora, no dia 30 desse mês.
Em tempo oportuno proceder-se-á a nova informação.

                                                                                                                                                                 
18/Abril/2018
Pedro Mexia nasceu em Lisboa, em 1972. Licenciou-se em Direito pela Universidade Católica. Crítico literário e cronista nos jornais «Diário de Notícias» e «Público», escreve actualmente no semanário «Expresso». É um dos membros do «Governo Sombra» (TSF/TVI24), e co-autor, com Inês Meneses, de «PBX», um programa da Radar e podcast do «Expresso». Foi subdirector e director interino da Cinemateca Portuguesa.
Publicou seis livros de poesia, antologiados em «Menos por Menos» (2011), a que se seguiu «Uma Vez Que Tudo se Perdeu» (2015). Editou os volumes de diários «Fora do Mundo» (2004), «Prova de Vida» (2007), «Estado Civil» (2009) e «Lei Seca» (2014), e as colectâneas de crónicas «Primeira Pessoa» (2006), «Nada de Melancolia» (2008), «As Vidas dos Outros» (2010), «O Mundo dos Vivos» (2012), «Cinemateca» (2013) e «Biblioteca» (2015). No Brasil, saíram «Queria mais é que chovesse» (crónicas, 2015) e «Contratempo» (poesia, 2016).
Organizou um volume de ensaios de Agustina Bessa-Luís, «Contemplação Carinhosa da Angústia»; a antologia «Verbo: Deus como Interrogação na Poesia Portuguesa» [com José Tolentino Mendonça]; e «O Homem Fatal», crónicas escolhidas de Nelson Rodrigues. Traduziu Robert Bresson, Tom Stoppard, Hugo Williams e Martin Crimp. Coordena a colecção de poesia da Tinta-da-china. Em 2015 e 2016 integrou o júri do Prémio Camões.
                                                                                                        (Fonte: Editora Tinta-da-China)
GRANDE PRÉMIO DE CRÓNICA E DISPERSOS LITERÁRIOS APE/C. M. DE LOULÉ
Centenário do nascimento de Jorge de Sena (1919-1978)
Programa

18 de Junho de 2019 | Biblioteca Palácio Galveias | 18h00
“Sinais de Fogo: O Livro e o Filme”
Oradores: José Manuel Mendes, Luís Filipe Rocha, Luís Machado
Projecção do filme "Sinais de Fogo"

25 de Junho de 2019 | Livraria Barata | 18h00
"O Poeta e o Ficcionista"
Oradores: Fernando J. B. Martinho, José Manuel Mendes, Luís Machado e Teresa Carvalho.
Agustina Bessa-Luís      (1922-2019)
Nesta hora de luto da cultura portuguesa, a APE celebra a obra literária de Agustina Bessa-Luís, duas vezes distinguida com o Grande Prémio de Romance e Novela, presta tributo à sua memória e exprime junto da família profundos sentimentos de solidariedade.
GRANDE PRÉMIO DE ROMANCE E NOVELA
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA ESCRITORES/DIRECÇÃO-GERAL DO LIVRO DOS ARQUIVOS E DAS BIBLIOTECAS


A Direcção da Associação Portuguesa de Escritores (APE) informa que o júri do Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB - 2018, coordenado por José Manuel de Vasconcelos, e constituído por Clara Rocha, Cristina Robalo Cordeiro, Fernando Pinto do Amaral, Maria de Lurdes Sampaio e Salvato Teles de Menezes, reuniu no dia 11 de Junho de 2019, na Sede da APE, após análise e debate sobre todas as obras a concurso, elaborou uma short list constituída pelas seguintes obras:
Luanda, Lisboa, Paraíso, de Djaimilia Pereira de Almeida
Um Bailarino na Batalha, de Hélia Correia
Ecologia, de Joana Bértholo
Um Muro no Meio do Caminho, Julieta Monginho
O  Invisível, de Rui Lage
A deliberação final do júri, revelando o livro vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela – 2018, será divulgada oportunamente.

O Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB foi instituído em 1982.
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