Graça Pires   📖   📖   📖
J. Rentes de Carvalho   📖
João Pedro Mésseder   📖
Prémios Literários aguardar
decisão:

• Grande Prémio de Poesia
Teixeira de Pascoaes APE/C.
M. de Amarante - 2016

• Grande Prémio de Conto
Camilo Castelo Branco
APE/C. M. de Vila Nova de
Famalicão

• Grande Prémio de Romance
e Novela - 2016

• Grande Prémio de Ensaio
Eduardo Prado Coelho APE/C.
M. de Vila Nova de Famalicão
- 2016
Armando Silva Carvalho venceu o Prémio Literário Casino da Póvoa, no festival Corrente d'Escritas
HELDER MOURA PEREIRA
VENCE a 2.ª edição do GRANDE PRÉMIO DE POESIA ANTÓNIO FEIJÓ APE/C.M. DE PONTE DE LIMA


Um júri constituído por Cândido Oliveira Martins, Isabel Pires de Lima e Manuel Frias Martins decidiu, por unanimidade, atribuir o Grande Prémio de Poesia António Feijó APE/C.M. de Ponte de Lima ao livro Golpe de Teatro, de Helder Moura Pereira (Assírio & Alvim).

A acta sublinha que «Golpe de Teatro” (…) é um livro que culmina um percurso poético longo e consistente. Trata-se de uma poesia enraizada nos detalhes da experiência comum e enriquecida por uma cativante energia imagéticos. “Golpe de Teatro” destaca-se ainda pela unidade de representação dos longos silêncios que nos fazem oscilar entre o sonho e a realidade.»

Nesta edição do Grande Prémio de Poesia António Feijó, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Ponte de Lima e da Caixa Agrícola, foram concorrentes as obras publicadas no ano de 2016.

O valor monetário deste Grande Prémio é, para o autor distinguido, de € 10.000,00 (dez mil euros).

A cerimónia de entrega do prémio será oportunamente divulgada.


Lisboa, 19 de Abril de 2017
 
                                                                             
A Direcção
Helder Moura Pereira nasceu em Setúbal, a 7 de Janeiro de 1949. Foi professor no Ensino Secundário e Assistente da Faculdade de Letras de Lisboa (Departamento de Estudos Anglo-Americanos). No King's College da Universidade de Londres, como Leitor, ensinou Literatura Portuguesa. Leccionou também Português e Técnicas de Expressão do Português nos cursos de Formação Profissional da Faculdade de Medicina Dentária de Lisboa. Ingressou no Ministério da Educação em 1986, tendo exercido funções técnicas na área da educação de adultos, nomeadamente em animação de leitura e nos grupos de planeamento e redação da revista "Forma" e do jornal "Viva Voz". Foi técnico superior do Ministério da Justiça, em funções no Estabelecimento Prisional de Lisboa. O seu trabalho poético tem vindo a ser publicado regularmente pela Assírio & Alvim, obtendo o reconhecimento do público e da crítica. É disso exemplo a atribuição de diversos prémios literários, entre eles o Prémio de Poesia Luís Miguel Nava e o Prémio de Literatura Casa da América Latina/Banif, este último pela sua tradução do livro "O Inútil da Família", de Jorge Edwards. De resto, a sua actividade como tradutor é também notável e tem traduzido regularmente autores como Ernest Hemingway, Jorge Luis Borges, Sylvia Plath, Charles and Mary Lamb, Sade, Guy Debord.
                                                                                                                  (Fonte: Wook)
RUI CARDOSO MARTINS
VENCE a 2.ªedição do GRANDE PRÉMIO DE LITERATURA APE/C.M. DE LOULÉ - CRÓNICA E DISPERSOS LITERÁRIOS
Rui Cardoso Martins (Portalegre, 1967) é escritor, cronista e argumentista. Escreveu os romances E Se Eu Gostasse Muito de Morrer (2006), Deixem Passar o Homem Invisível (Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores APE, 2009), Se Fosse Fácil Era Para os Outros (2012) e O Osso da Borboleta. (2014). Repórter na Fundação do Público (cerco de Sarajevo, eleições na África do Sul, etc) e cronista com dois prémios Gazeta por Levante-se o Réu e, já este ano, vencedor do Grande Prémio de Crónica da APE 2016 (ed.Tinta-da-china).

A crónica Levante-se o Réu recomeçou agora, com textos novos, a ser publicada aos domingos no Jornal de Notícias (JN).
Rui Cardoso Martins é também cronista nas manhãs de quarta-feira na Antena 1, na rubrica O Fio da Meada.

Co-fundador de Produções Fictícias e co-autor dos históricos programas de humor Contra-Informação, Herman Enciclopédia, Conversa da Treta, O Filho da Treta. Argumentista de Zona J e do último filme de Fernando Lopes, Em Câmara Lenta. Autor da peça António e Maria, com base na obra de António Lobo Antunes. Tem traduções em várias línguas.
Baptista-Bastos (1934-2017)
Grande Prémio de Crónica APE - 2001/2002
Evocando a personalidade, ímpar, de Baptista-Bastos, enquanto jornalista, escritor, cronista e cidadão de assinalável e reconhecido mérito, a direcção da Associação Portuguesa de Escritores, comovida, manifesta publicamente o seu mais sentido pesar.
                                                                      CONVOCATÓRIA


Nos termos do n.º 1 do Artigo 20.º dos Estatutos, convoco a Assembleia Geral Ordinária da Associação Portuguesa de Escritores para as 17h30 do dia 29 de Maio de 2017, na Sede em Lisboa (Rua de São Domingos à Lapa, 17), com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1. Apresentação, discussão e votação do Relatório e Contas de 2016 e do respectivo Parecer do Conselho Fiscal;

2. Eleição dos Corpos Gerentes para o próximo triénio (2017/2020);

3. Outros assuntos de interesse associativo

Não estando presente metade dos sócios efectivos, reunir-se-á a Assembleia uma hora depois, com os sócios presentes, nos termos do n.º 2 do Artigo 25.º dos Estatutos.

Lisboa, 28 de Abril de 2017

                                                                                 O Presidente da Mesa da Assembleia Geral,
                                                                        
                                                                                                                                 Mário Cláudio
Um júri constituído por Carlos Albino Guerreiro, Isabel Cristina Mateus e Luísa Mellid-Franco decidiu, por unanimidade, atribuir o Grande Prémio de Literatura APE/C.M. de Loulé - Crónica e Dispersos Literários ao livro Levante-se o réu outra vez, de Rui Cardoso Martins (Tinta-da-China).

Da acta destaca-se ter sido atribuído o Prémio: “…foi escolhido pelo júri pela capacidade original de definir em poucos traços personagens e situações que se constituem como parábolas da natureza humana, denunciando um olhar cúmplice e afectivo no espaço inesperado de um tribunal.”

Nesta 2.ª edição da Grande Prémio de Literatura - Crónica e Dispersos Literários, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Loulé, concorreram, a título excepcional, obras saídas nos anos de 2015 e 2016.

O valor monetário deste Grande Prémio é, para o autor distinguido, de € 10.000,00 (dez mil euros).

A cerimónia de entrega do prémio terá lugar no Dia do Municipio, 25 de Maio, pelas 12h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Loulé.
                                                                           
A Direcção
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