Aberto as candidaturas ao GRANDE PRÉMIO DE ROMANCE E NOVELA APE/DGLAB – 2018
O Grande Prémio de Romance e Novela da APE, instituído, em 1982, por proposta da Comissão Executiva do II Congresso dos Escritores Portugueses, é patrocinado por diversas entidades, públicas e privadas, destinando-se a galardoar, anualmente, um livro de carácter romanesco ou novelístico, em português e de autor português, cuja 1.ª edição seja publicada, em Portugal, no ano de 2018.
Prazo limite de entrega das obras: 1 de Março de 2019.

Consulte o regulamento 
Aberto as candidaturas ao Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários
APE/Câmara Municipal de Loulé

Destina-se a galardoar anualmente uma obra em português, de autor português, publicada em livro e em primeira edição em Portugal, no ano de 2018, nos domínios da crónica e dos dispersos literários reunidos em volume.
Prazo limite de entrega das obras: 1 de Março de 2019.

Consulte o regulamento
  
A Associação Portuguesa de Escritores evoca os 20 anos da morte de José Cardoso Pires, no próximo dia 19 de Fevereiro (3.ª  feira) pelas 19h30, com um jantar no Café Martinho da Arcada.

A sessão José Cardoso Pires – Connosco, conta com as intervenções de Bruno Vieira Amaral, Fernando Dacosta, José Manuel Mendes e Luís Machado. 

Convidam-se os sócios e seus amigos a tomar parte desta iniciativa.

As inscrições estão abertas, até ao dia 15 de Fevereiro (lotação da sala com máximo de 60 pessoas).

Inscrição com a ementa
Evocação a José Correia Tavares no 1.º aniversário do seu falecimento
Evocação a José Cardoso Pires
Fotos Fernando Bento
António Sérgio Cinquenta Anos Depois
26 de Março de 2019 | 18h00 | Associação 25 de Abril
A Associação Portuguesa de Escritores  vai evocar a figura e a obra de António Sérgio (1883-1969), no âmbito do cinquentenário da sua morte. Este tributo a um dos mais brilhantes pensadores do Portugal contemporâneo, está calendarizado para 26 de Março (terça-feira) e terá lugar às 18h00 na sede da Associação 25 de Abril, em Lisboa. A sessão António Sérgio, Cultura, Resistência e Liberdade, coordenada por Luís Machado, conta com a participação de A. Campos Matos, António Valdemar e José Manuel Mendes.
António Sérgio – filósofo, historiador, pedagogo e político – foi opositor do regime de Salazar e tem uma obra literária que importa redescobrir.
Fotos Fernando Bento
                                                                                    CONVOCATÓRIA

Nos termos do n.º 1 do Artigo 20.º dos Estatutos, convoco a Assembleia Geral Ordinária da Associação Portuguesa de Escritores para as 16h00 do dia 14 de Maio de 2019, na Sede em Lisboa (Rua de São Domingos à Lapa, 17), com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1. Apresentação, discussão e votação do Relatório e Contas de 2018 e do respectivo Parecer do Conselho Fiscal;

2. Outros assuntos de interesse associativo.

Não estando presente metade dos sócios efectivos, reunir-se-á a Assembleia uma hora depois, com os sócios presentes, nos termos do n.º 2 do Artigo 25.º dos Estatutos.

Lisboa, 17 de Abril de 2019

                                                                                    O Presidente da Mesa da Assembleia Geral,
                                                                        
                                                                                                           Mário Cláudio
Estão em curso os trabalhos do júri que irá deliberar qual a obra e o autor vencedores deste Grande Prémio na primeira quinzena de Maio próximo.
A cerimónia pública de entrega do Prémio ao escritor que vier a ser distinguido terá lugar no Salão Nobre da Câmara Municipal de Loulé, entidade patrocinadora, no dia 30 desse mês.
Em tempo oportuno proceder-se-á a nova informação.

                                                                                                                                                                 
18/Abril/2018
Um Bailarino na Batalha, de Hélia Correia
O júri, coordenado por José Manuel de Vasconcelos, e constituído por Clara Rocha, Cristina Robalo Cordeiro, Fernando Pinto do Amaral, Maria de Lurdes Sampaio e Salvato Teles de Menezes, deliberou, por unanimidade, atribuir o Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB à obra Um Bailarino na Batalha, num conjunto de 79 livros admitidos a concurso.

O Prémio, actualmente de 15.000 euros, foi já atribuído a 31 autores, tendo-o obtido por duas vezes os escritores, Vergílio Ferreira, António Lobo Antunes, Mário Cláudio, Agustina Bessa-Luís, Maria Gabriela Llansol e Ana Margarida de Carvalho. O Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB, instituído em 1982, teve, nesta 37.ª edição, os seguintes patrocínios: Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, Câmara Municipal de Grândola, Fundação Calouste Gulbenkian, Instituto Camões.

A Direcção da Associação Portuguesa de Escritores (APE) informa que o júri do Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB - 2018, coordenado por José Manuel de Vasconcelos, e constituído por Clara Rocha, Cristina Robalo Cordeiro, Fernando Pinto do Amaral, Maria de Lurdes Sampaio e Salvato Teles de Menezes, reuniu no dia 11 de Junho de 2019, na Sede da APE, após análise e debate sobre todas as obras a concurso, elaborou uma short list constituída pelas seguintes obras:
O  Invisível, de Rui Lage
Um Muro no Meio do Caminho, Julieta Monginho
Ecologia, de Joana Bértholo
Um Bailarino na Batalha, de Hélia Correia
Luanda, Lisboa, Paraíso, de Djaimilia Pereira de Almeida
A deliberação final do júri, revelando o livro vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela – 2018, será divulgada oportunamente.

O Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB foi instituído em 1982.
Novos Sócios Honorários

A Associação Portuguesa de Escritores quis sempre assumir uma intervenção cultural em domínios diversos, não confinada a qualquer visão estrita da literatura.  Assim, em múltiplas iniciativas, reuniu membros seus e personalidades de relevo em áreas tão nucleares como o Cinema, o Teatro, a Arquitectura, a Música, o Jornalismo, a História ou a Filosofia, para não se ser aqui exaustivo. Essa opção, que se deseja prolongada no futuro, promoveu debates plurais, de invulgar qualidade, que muito devem aos ficcionistas, poetas, ensaístas empenhados nesta polis singular, sem prejuízo do seu labor criativo, antes enriquecendo-o, e a figuras da estirpe das que hoje homenageamos – Álvaro Siza Vieira, António Valdemar, Carlos do Carmo, Eduardo Lourenço, José Augusto França, Rui Mendes, homens de palavra(s) – (evocando Ruy Belo) – merecedores do nosso tributo maior: a atribuição, em Assembleia Geral, do título de Sócio Honorário da Associação Portuguesa de Escritores.

Esta homenagem terá lugar no próximo dia 10 de Julho (4.ª feira), pelas 12h30, no restaurante As Velhas (Rua da Conceição da Glória, 21), em Lisboa.

No decorrer deste almoço, em ambiente de tertúlia e com uma intervenção musical do violoncelista Ricardo Mota, proceder-se-á à entrega do cartão e diploma de sócio honorário àquelas figuras públicas.

GRANDE PRÉMIO DE LITERATURA BIOGRÁFICA
APE/C. M. DE CASTELO BRANCO – 2016/2018

 
O Grande Prémio de Literatura Biográfica foi atribuído ao livro A Vida no Campo (Marcador), da autoria de Joel Neto.

O júri, constituído por Artur Anselmo, Cândido Oliveira Martins e Paula Mendes Coelho, deliberou, por unanimidade, atribuir este galardão, bienal, ao escritor Joel Neto, entre  as 51 obras admitidas a concurso, de escritores portugueses, publicadas em primeira edição, entre 2016 e 2018, nos domínios da biografia e autobiografia, de memórias e diários.

O Prémio no valor de 5.000 euros, tem o patrocínio, exclusivo, da Câmara Municipal de Castelo Branco e nas suas cinco últimas edições, já galardoou Diário Quase Completo, de João Bigotte Chorão, Biografia de Eça de Queirós, de A. Campos Matos, Tempo Contado, de J. Rentes de Carvalho, Acta Est Fabula – Memórias I, de Eugénio Lisboa e Diário da Abuxarda 2007-2014, de Marcello Duarte Mathias.
Aberto as candidaturas ao
GRANDE PRÉMIO DE LITERATURA BIOGRÁFICA APE/C. M. DE CASTELO BRANCO

O Grande Prémio de Literatura Biográfica APE/C. M. de Castelo Branco, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores (APE) e patrocinado pela Câmara Municipal de Castelo Branco (C. M. de Castelo Branco), destina-se a galardoar bienalmente uma obra em português, de autor português, publicada em livro, em Portugal, e em primeira edição entre 2016 e 2018.
Prazo limite de entrega das obras: 29 de Março de 2019.

Consulte o regulamento

Centenário do nascimento de Jorge de Sena (1919-1978)
Programa

18 de Junho de 2019 | Biblioteca Palácio Galveias | 18h00
“Sinais de Fogo: O Livro e o Filme”
Oradores: José Manuel Mendes, Luís Filipe Rocha, Luís Machado
Projecção do filme "Sinais de Fogo"
Fotos Fernando Bento
25 de Junho de 2019 | Livraria Barata | 18h00
"O Poeta e o Ficcionista"
Oradores: Fernando J. B. Martinho, José Manuel Mendes, Luís Machado e Teresa Carvalho.
Fotos Fernando Bento
Agustina Bessa-Luís      (1922-2019)
Nesta hora de luto da cultura portuguesa, a APE celebra a obra literária de Agustina Bessa-Luís, duas vezes distinguida com o Grande Prémio de Romance e Novela, presta tributo à sua memória e exprime junto da família profundos sentimentos de solidariedade.
GRANDE PRÉMIO DE CRÓNICA E DISPERSOS LITERÁRIOS APE/C. M. DE LOULÉ

 

Um júri constituído por Carina Infante do Carmo, Isabel Cristina Rodrigues e Liberto Cruz decidiu, por unanimidade, atribuir o Grande Prémio de Literatura Crónica e Dispersos Literários APE/C.M. de Loulé ao livro Lá Fora, de Pedro Mexia                            (Tinta-da-China).

 

Da acta destaca-se ter sido atribuído o Prémio: “… é um livro de crónicas de um intelectual no mundo de hoje, observando esse mesmo mundo por intermédio da arte (literatura, música, cinema) como coisa íntima e reclusa de si. A elegância da escrita da obra escolhida reverte a favor do apuro da forma cronística e da recolecção em livro dos dispersos publicados na imprensa.”

 

O Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Loulé, destina-se a galardoar anualmente uma obra em português, de autor português, publicada em livro e em primeira edição em Portugal, no ano de 2018. Na presente edição, o valor monetário deste galardão aumenta para o autor distinguido, € 12.000,00 (doze mil euros).

 

A cerimónia de entrega do prémio terá lugar no Dia do Municipio, 30 de Maio, pelas 9h30, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Loulé.

 

O Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários distinguiu já os autores José Tolentino Mendonça, Rui Cardoso Martins e Mário Cláudio.

                                                                               

Lisboa, 9 de Maio de 2019.

Pedro Mexia nasceu em Lisboa, em 1972. Licenciou-se em Direito pela Universidade Católica. Crítico literário e cronista nos jornais «Diário de Notícias» e «Público», escreve actualmente no semanário «Expresso». É um dos membros do «Governo Sombra» (TSF/TVI24), e co-autor, com Inês Meneses, de «PBX», um programa da Radar e podcast do «Expresso». Foi subdirector e director interino da Cinemateca Portuguesa.

Publicou seis livros de poesia, antologiados em «Menos por Menos» (2011), a que se seguiu «Uma Vez Que Tudo se Perdeu» (2015). Editou os volumes de diários «Fora do Mundo» (2004), «Prova de Vida» (2007), «Estado Civil» (2009) e «Lei Seca» (2014), e as colectâneas de crónicas «Primeira Pessoa» (2006), «Nada de Melancolia» (2008), «As Vidas dos Outros» (2010), «O Mundo dos Vivos» (2012), «Cinemateca» (2013) e «Biblioteca» (2015). No Brasil, saíram «Queria mais é que chovesse» (crónicas, 2015) e «Contratempo» (poesia, 2016).

Organizou um volume de ensaios de Agustina Bessa-Luís, «Contemplação Carinhosa da Angústia»; a antologia «Verbo: Deus como Interrogação na Poesia Portuguesa» [com José Tolentino Mendonça]; e «O Homem Fatal», crónicas escolhidas de Nelson Rodrigues. Traduziu Robert Bresson, Tom Stoppard, Hugo Williams e Martin Crimp. Coordena a colecção de poesia da Tinta-da-china. Em 2015 e 2016 integrou o júri do Prémio Camões.

                                                                                                        (Fonte: Editora Tinta-da-China)

GRANDE PRÉMIO DE ROMANCE E NOVELA
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA ESCRITORES/DIRECÇÃO-GERAL DO LIVRO DOS ARQUIVOS E DAS BIBLIOTECAS
Aberto as candidaturas ao 
GRANDE PRÉMIO DE CONTO “CAMILO CASTELO BRANCO” C. M. DE VILA NOVA DE FAMALICÃO/APE


O Grande Prémio de Conto "Camilo Castelo Branco", instituído pela Associação Portuguesa de Escritores (APE) e patrocinado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, destina-se a galardoar anualmente uma obra em português, de autor português ou de país africano de expressão portuguesa, publicada em livro em 1.ª edição no ano de 2018.
Prazo limite de entrega das obras: 29 de Julho  2019.

Consulte o regulamento
Fotos Fernando Bento
Cerimónia de entrega
22 de Julho de 2019 | 18h00
Fundação Calouste Gulbenkian
GRANDE PRÉMIO DE ENSAIO “EDUARDO PRADO COELHO”
para JOANA MATOS FRIAS

Um júri constituído por Cândido Oliveira Martins, Isabel Cristina Rodrigues e José Carlos Seabra Pereira decidiu, por unanimidade, atribuir o Grande Prémio de Ensaio “Eduardo Prado Coelho” APE/C.M de Vila Nova de Famalicão ao livro O Murmúrio das Imagens, de Joana Matos Frias (editado em 2 volumes pela Afrontamento).

Da acta destaca-se: “…. O júri foi particularmente sensível à solidez e clareza da fundamentação teórica aduzida sobre um tema tão complexo (a relação multisecular entre imagem e poesia), fundamentação esta posteriormente canalizada par a (a todos os níveis) notável leitura crítica da obra poética de Ruy Cinatti.”

O Grande Prémio de Ensaio “Eduardo Prado Coelho”, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores patrocinado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, destina-se a galardoar anualmente uma obra de ensaio literário, em português e de autor português, publicada em livro, em primeira edição, no decurso do ano de 2018.

O valor monetário deste Grande Prémio é, para o autor distinguido, de € 7.500,00 (sete mil e quinhentos euros) e desde de 2010 distinguiu já Victor Aguiar e Silva, Manuel Gusmão, João Barrento, Rosa Maria Martelo, José Gil, Manuel Frias Martins, José Carlos Seabra Pereira, Isabel Cristina Rodrigues e Helder Macedo.

A data da cerimónia de entrega do prémio será oportunamente anunciada.
                                                                               
A Direcção
Nota Biográfica
Joana Matos Frias
é Professora Auxiliar na Faculdade de Letras da Universidade do Porto - onde se doutorou em 2006 com a dissertação Retórica da Imagem e Poética Imagista na Poesia de Ruy Cinatti -, membro do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa e da Sociedade Portuguesa de Retórica, e investigadora da rede internacional LyraCompoetics. Autora do livro O Erro de Hamlet: Poesia e Dialética em Murilo Mendes (7letras, 2001) - com que venceu o Prémio de Ensaio Murilo Mendes -, responsável pela antologia de poemas de Ana Cristina César Um Beijo que Tivesse um Blue (Quasi, 2005), corresponsável (com Luís Adriano Carlos) pela edição fac-similada dos Cadernos de Poesia (Campo das Letras, 2005), e (com Rosa Maria Martelo e Luís Miguel Queirós) pela antologia Poemas com Cinema (Assírio & Alvim, 2010). Tem publicado ensaios no campo da Estética Comparada - privilegiando as correlações entre a poesia, a pintura, a fotografia e o cinema -, e a sua actividade crítica tem-se repartido por autores como Ronald de Carvalho, Cecília Meireles, C. Drummond de Andrade, Guimarães Rosa, Clarice Lispector, Murilo Mendes, J. Cabral de Melo Neto, Adélia Prado, José Régio, José Gomes Ferreira, Eugénio de Andrade, Vergílio Ferreira, Nuno Guimarães, Ruy Belo, Fiama Hasse Pais Brandão, Armando Silva Carvalho, Manuel António Pina, Daniel Faria, Vasco Gato, valter hugo mãe e José Miguel Silva. Em 2014, publicou a colectânea de ensaios Repto, Rapto.

                                                                                   Fonte: https://www.wook.pt/autor/joana-matos-frias/3343417
Aberto as candidaturas ao Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho
APE/Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão


Destina-se a galardoar anualmente uma obra de ensaio literário, em português e de autor português, publicada em livro, em primeira edição, em 2018.
Prazo limite de entrega das obras: 15 de Maio de 2019.

Consulte o regulamento  
SOPHIA UMA VOZ DE TODOS NÓS

No ano em que se assinala o centenário do nascimento de Sophia de Mello Breyner, a Associação Portuguesa de Escritores promove uma sessão de leitura colectiva com textos desta escritora.
O evento, coordenado por Luís Machado, irá decorrer nos Paços do Concelho de Lisboa (sala do Arquivo Histórico ) e está marcado para 23 de Setembro (segunda-feira) às 18 horas.
De acordo com o programa, esta jornada de leitura colectiva inicia-se com uma introdução à obra da escritora a cargo de José Manuel Mendes, Presidente da APE.
A Associação Portuguesa de Escritores espera que esta leitura partilhada, em voz alta, mobilize muitos dos admiradores desta figura maior da literatura portuguesa do século XX.
Recorde-se que Sophia de Mello Breyner nasceu no Porto em 1919 e morreu em Lisboa em 2004. Entre as muitas distinções recebidas, para além do Prémio Camões, Premio Reina Sofía de Poesía Iberoamericana, Sophia recebeu o Grande Prémio de Poesia da Sociedade Portuguesa de Escritores e o Grande Prémio Vida Literária da APE.
GRANDE PRÉMIO DE CONTO "CAMILO CASTELO BRANCO"para JOSÉ VIALE MOUTINHO

Um júri constituído por Fernando Batista, José Manuel de Vasconcelos e Paula Mendes Coelho, reunido no dia 24 de Setembro de 2019, decidiu, por unanimidade, atribuir o Grande Prémio de Conto “Camilo Castelo Branco” APE/Câmara Municipal de Famalicão ao livro Monstruosidades do Tempo do Infortúnio, de José Viale Moutinho (Letras&Coisas).

O júri, sobre a obra, exarou em Acta: “Estes contos de José Viale Moutinho, servidos por uma ironia mordaz numa prosa exigente e sábia, transportam a estranheza e o absurdo de situações resgatadas a tempos e atmosferas distantes, para outras “monstruosidades” destes novos “tempos do infortúnio”.

O Grande Prémio de Conto “Camilo Castelo Branco”, instituído em 1991, pela Associação Portuguesa de Escritores, patrocinado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, destina-se a galardoar anualmente uma obra em língua portuguesa de um autor português ou de país africano de expressão portuguesa, publicada em livro, 1.ª edição, no decurso do ano de 2018.

O valor monetário deste Grande Prémio é, para o autor distinguido, de € 7.500,00 (sete mil e quinhentos euros).

A data da cerimónia de entrega do prémio será oportunamente anunciada.

Nota Biográfica

José Viale Moutinho Nasceu no Funchal, em 1945. Jornalista e escritor, tem várias obras editadas, algumas delas traduzidas nas mais diversas línguas, como o russo, búlgaro, castelhano, alemão, italiano, catalão, asturiano e galego. Estreou-se em 1968 com a novela Natureza Morta Iluminada. Foi diretor da Associação Portuguesa de Escritores, da Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia, do Círculo de Cultura Teatral e presidente da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto. É sócio do Pen Clube Português, da Academia de Letras de Campos de Jordão (Brasil) e membro honorário da Real Academia Galega. Autor de cerca de meia centena de livros para crianças, bem como de trabalhos nas áreas de investigação de Literatura Popular, da Guerra Civil de Espanha e da deportação espanhola nos campos de concentração nazis, bem como de estudos sobre Camilo e Trindade Coelho. Ficcionista e poeta, recebeu, entre outros: Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco/APE, Prémio Edmundo de Bettencourt de Conto e de Poesia, Prémios de Reportagem Kopke, Norberto Lopes/Casa da Imprensa de Lisboa e El Adelanto (Salamanca); Pedrón de Honra (Santiago de Compostela). Traduções em castelhano, galego, catalão, italiano, alemão, russo, esloveno, búlgaro, asturiano, entre outros idiomas.

Fonte: https://www.wook.pt/autor/jose-viale-moutinho/3029

CERIMÓNIA PÚBLICA DE ENTREGA GRANDE PRÉMIO DE ENSAIO “EDUARDO PRADO COELHO”
CERIMÓNIA PÚBLICA DE ENTREGA GRANDE PRÉMIO DE CONTO “CAMILO CASTELO BRANCO”
GASTÃO CRUZ
VENCE A 1.ª EDIÇÃO DO
GRANDE PRÉMIO DE POESIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO


Um júri constituído por António Carlos Cortez, Fernando J. B. Martinho e Rita Patrício decidiu, por maioria, atribuir o Grande Prémio de Poesia “Maria Amália Vaz de Carvalho” APE/Câmara Municipal de Loures ao livro Existência, de Gastão Cruz (Assírio & Alvim), tendo Fernando J. B. Martinho votado no livro A Noite Imóvel, de Luís Quintais.
Nesta 1.ª edição do Grande Prémio de Poesia “Maria Amália Vaz de Carvalho, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores patrocinado pela Câmara Municipal de Loures, concorreram, as obras saídas no ano de 2018, e a título excepcional, 2017.
O valor monetário deste Grande Prémio é, para o autor distinguido, de € 12.500,00 (doze mil e quinhentos euros).
A data da cerimónia de entrega do prémio será oportunamente anunciada.

Gastão Cruz - Poeta e ensaísta português, Gastão Cruz nasceu em 1941, na cidade de Faro, no Algarve, e licenciou-se pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em Filologia Germânica. Professor do ensino secundário, o autor exerceu paralelamente, entre 1980 e 1986, a carreira de leitor de Português no King's College de Londres e dirigiu, nos anos 70 a 90, após a morte de Carlos Ferreira, o grupo de teatro Teatro Hoje/Teatro da Graça que ajudou a fundar. O gosto pelo teatro e pelo mundo da poesia "empurra-o" para a tradução de títulos dramáticos de, entre outros autores, Strindberg, Shakespeare (Conto de Inverno) e Cocteau e para a organização de recitais dramatizados que proporcionam uma intensa divulgação poética. Ainda muito jovem, com apenas 19 anos, Gastão Cruz, manifestando já um grande apego pelo texto poético, publica o seu primeiro livro, A Morte Percutiva, no volume colectivo intitulado Poesia 61, que compila textos de uma plêiade de cinco jovens poetas: Casimiro de Brito, Fiama Hasse Pais Brandão, Luiza Neto Jorge e Maria Teresa Horta. (…) As suas obras são caracterizadas pela contenção quantitativa, sendo assim reduzido o número de textos que compõem cada volume. Ao contrário, cada um destes textos são portadores de uma grande densidade de significação e formam entre si uma unidade que se estrutura como uma teia. (…) Acreditando que a poesia deve conter um "discurso autónomo", correspondendo a um "sistema com as suas leis próprias", Gastão Cruz considera que esta deve resultar de um trabalho de composição consistente e rigoroso. (…) em 2000 recebeu o Prémio D. Dinis. 

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      Fonte https://www.assirio.pt/autor/gastao-cruz  

Novo patrocínio
Aberto as candidaturas ao Grande Prémio de Poesia Maria Amália Vaz de Carvalho
APE/Câmara Municipal de Loures


Destina-se a galardoar anualmente uma obra de poesia, em português e de autor português, publicada em livro, em primeira edição, a título excepcional, em 2017 e 2018.
Prazo limite de entrega das obras: 31 de Maio de 2019.

Consulte o regulamento
 
Por ocasião da sua investidura como Cardeal da Igreja Católica, a Associação Portuguesa de Escritores felicita o poeta, narrador e docente universitário José Tolentino Mendonça, associado, vencedor dos Grandes Prémios Teixeira de Pascoaes (Poesia) e de Crónica, presença prestigiada na vida cultural do país.
22 de Outubro de 2019
CERIMÓNIA DE ENTREGA DO GRANDE PRÉMIO DE POESIA MARIA AMÁLIA VAZ DE CARVALHO
a Gastão Cruz pelo seu livro Existência
Congresso Internacional Fernando Namora
“E não sei se o mundo nasceu”
Dia inaugural – 24 Outubro 2019
Reitoria da Universidade de Lisboa
Fotos Fernando Bento
© 2010 - 2019, APE - Associação Portuguesa de Escritores
Desenvolvido por: Joaquim Trindade