Maria Helena da Rocha Pereira (1925-2016)
Prémio Vida Literária da APE
Professora Catedrática Jubilada da Universidade de Coimbra
A Associação Portuguesa de Escritores exprime profunda dor pela morte da insigne personalidade - a Mulher e a Académica, em todas as suas facetas - da cultura universal e portuguesa, que em boa hora distinguiu e consagrou, renovando-lhe, no luto como em vida o fez, um testemunho de apreço e afecto inapagáveis.

10.Março.2017
A Direcção
Foto de Fernando Bento, na entrega do Prémio Vida Literária, 21 de Abril de 2010, na CGD
Fernando Campos (1942 - 2017)
Escritor inesquecível, amigo dilecto, antigo dirigente da
Associação Portuguesa de Escritores.

A profunda saudade de todos nós
Apresentação dos resultados obtidos após consulta aos sócios, à questão:

Qual a sua posição perante o actual Acordo Ortográfico?
O júri do Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB - 2016, constituído por José Correia Tavares, que presidiu, Isabel Cristina Rodrigues, José Carlos Seabra Pereira, Luís Mourão, Paula Mendes Coelho e Teresa Duarte Carvalho, reunindo pela terceira vez, destacou, por unanimidade, de entre os 94 livros publicados em 2016 e admitidos ao concurso, cinco finalistas.

Por ordem alfabética do primeiro nome dos respectivos autores, são estes os títulos dos seus romances:

• Deus-dará (Alexandra Lucas Coelho),
• Não se pode morar nos olhos de um gato (Ana Margarida de Carvalho),
• A Gorda (Isabela Figueiredo),
• Pequena Europa (Mafalda Ivo Cruz)
• Passos Perdidos (Paulo Varela Gomes)

O ponto n.º 2 do Regulamento é do seguinte teor:
“É mantido, em 2017, o valor pecuniário de 15.000 euros do Grande Prémio, que não poderá ser atribuído a obra póstuma.”
Razão pela qual se admitiu ao concurso este romance de Paulo Varela Gomes, pois foi editado ainda em vida do autor.

A deliberação final do júri, revelando o livro vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela - 2016, será divulgada oportunamente.

A Direcção             
HELDER MOURA PEREIRA
VENCE a 2.ª edição do GRANDE PRÉMIO DE POESIA ANTÓNIO FEIJÓ APE/C.M. DE PONTE DE LIMA


Um júri constituído por Cândido Oliveira Martins, Isabel Pires de Lima e Manuel Frias Martins decidiu, por unanimidade, atribuir o Grande Prémio de Poesia António Feijó APE/C.M. de Ponte de Lima ao livro Golpe de Teatro, de Helder Moura Pereira (Assírio & Alvim).

A acta sublinha que «Golpe de Teatro” (…) é um livro que culmina um percurso poético longo e consistente. Trata-se de uma poesia enraizada nos detalhes da experiência comum e enriquecida por uma cativante energia imagéticos. “Golpe de Teatro” destaca-se ainda pela unidade de representação dos longos silêncios que nos fazem oscilar entre o sonho e a realidade.»

Nesta edição do Grande Prémio de Poesia António Feijó, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Ponte de Lima e da Caixa Agrícola, foram concorrentes as obras publicadas no ano de 2016.

O valor monetário deste Grande Prémio é, para o autor distinguido, de € 10.000,00 (dez mil euros).

A cerimónia de entrega do prémio será oportunamente divulgada.


Lisboa, 19 de Abril de 2017
 
                                                                             
A Direcção
Helder Moura Pereira, setubalense, nascido a 7 de Janeiro de 1949.
Licenciado em Filologia Germânica, Helder Moura Pereira começou a publicar poesia na  
década de 1970, com “Cartucho”, uma obra colectiva.
Foi professor no Ensino Secundário e Assistente da Faculdade de Letras de Lisboa. Foi Leitor  
no King’s College da Universidade de Londres. Ingressou no Ministério da Educação em 1986,  
tendo exercido funções técnicas na área da educação de adultos, nomeadamente em  
animação de leitura e nos grupos de planeamento e redacção da revista “Forma” e do jornal  
“Viva Voz”.
Foi técnico superior do Ministério da Justiça, em funções no Estabelecimento Prisional de  
Lisboa.
Responsável pela tradução de autores como Ernest Hemingway, Jorge Luis Borges, Sylvia  
Plath, Charles and Mary Lamb, Sade, Guy Debord.
É autor de, entre outros, “Pela parte que me toca”, “Segredos do reino animal”, “mútio  
consentimento”, “Um raio de sol”, “Se as coisas não fossem o que são”, “Em cima do  
acontecimento” e “A pensar morreu um burro e outras histórias”.
Soma vários prémios literários, entre os quais o Prémio de Poesia Luís Miguel Nava e o  
Prémio de Literatura Casa da América Latina/Banif, este último pela sua tradução do livro “O  
Inútil da Família”, de Jorge Edwards.
RUI CARDOSO MARTINS
VENCE a 2.ªedição do GRANDE PRÉMIO DE LITERATURA APE/C.M. DE LOULÉ - CRÓNICA E DISPERSOS LITERÁRIOS
Rui Cardoso Martins (Portalegre, 1967) é escritor, cronista e argumentista. Escreveu os romances E Se Eu Gostasse Muito de Morrer (2006), Deixem Passar o Homem Invisível (Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores APE, 2009), Se Fosse Fácil Era Para os Outros (2012) e O Osso da Borboleta. (2014). Repórter na Fundação do Público (cerco de Sarajevo, eleições na África do Sul, etc) e cronista com dois prémios Gazeta por Levante-se o Réu e, já este ano, vencedor do Grande Prémio de Crónica da APE 2016 (ed.Tinta-da-china).

A crónica Levante-se o Réu recomeçou agora, com textos novos, a ser publicada aos domingos no Jornal de Notícias (JN).
Rui Cardoso Martins é também cronista nas manhãs de quarta-feira na Antena 1, na rubrica O Fio da Meada.

Co-fundador de Produções Fictícias e co-autor dos históricos programas de humor Contra-Informação, Herman Enciclopédia, Conversa da Treta, O Filho da Treta. Argumentista de Zona J e do último filme de Fernando Lopes, Em Câmara Lenta. Autor da peça António e Maria, com base na obra de António Lobo Antunes. Tem traduções em várias línguas.
Baptista-Bastos (1934-2017)
Grande Prémio de Crónica APE - 2001/2002
Evocando a personalidade, ímpar, de Baptista-Bastos, enquanto jornalista, escritor, cronista e cidadão de assinalável e reconhecido mérito, a direcção da Associação Portuguesa de Escritores, comovida, manifesta publicamente o seu mais sentido pesar.
                                                                      CONVOCATÓRIA


Nos termos do n.º 1 do Artigo 20.º dos Estatutos, convoco a Assembleia Geral Ordinária da Associação Portuguesa de Escritores para as 17h30 do dia 29 de Maio de 2017, na Sede em Lisboa (Rua de São Domingos à Lapa, 17), com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1. Apresentação, discussão e votação do Relatório e Contas de 2016 e do respectivo Parecer do Conselho Fiscal;

2. Eleição dos Corpos Gerentes para o próximo triénio (2017/2020);

3. Outros assuntos de interesse associativo

Não estando presente metade dos sócios efectivos, reunir-se-á a Assembleia uma hora depois, com os sócios presentes, nos termos do n.º 2 do Artigo 25.º dos Estatutos.

Lisboa, 28 de Abril de 2017

                                                                                 O Presidente da Mesa da Assembleia Geral,
                                                                        
                                                                                                                                 Mário Cláudio
Um júri constituído por Carlos Albino Guerreiro, Isabel Cristina Mateus e Luísa Mellid-Franco decidiu, por unanimidade, atribuir o Grande Prémio de Literatura APE/C.M. de Loulé - Crónica e Dispersos Literários ao livro Levante-se o réu outra vez, de Rui Cardoso Martins (Tinta-da-China).

Da acta destaca-se ter sido atribuído o Prémio: “…foi escolhido pelo júri pela capacidade original de definir em poucos traços personagens e situações que se constituem como parábolas da natureza humana, denunciando um olhar cúmplice e afectivo no espaço inesperado de um tribunal.”

Nesta 2.ª edição da Grande Prémio de Literatura - Crónica e Dispersos Literários, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Loulé, concorreram, a título excepcional, obras saídas nos anos de 2015 e 2016.

O valor monetário deste Grande Prémio é, para o autor distinguido, de € 10.000,00 (dez mil euros).

A cerimónia de entrega do prémio terá lugar no Dia do Municipio, 25 de Maio, pelas 12h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Loulé.
                                                                           
A Direcção
DIRECÇÃO ELEITA PARA O TRIÉNIO 2017/2020
(em Assembleia Geral, no dia 29 de Maio de 2017)

Assembleia-Geral

Presidente - Mário Cláudio
Vice-Presidente - Lídia Jorge
1º Secretário - Armindo Reis
2º Secretário - Luís Souta
Suplente - Leonoreta Leitão
Suplente - Fernando Dacosta


Direcção

Presidente - José Manuel Mendes
Vice-Presidente - José Correia Tavares
Vice-Presidente - Luís Rosa
Secretário-Geral - Teresa Martins Marques
Tesoureiro - José Manuel de Vasconcelos
1º Secretário - Luís Machado
2º Secretário - Annabela Rita
Vogal - Isabel Cristina Mateus
Vogal - Ana Cristina Silva
Suplente - Luís Vendeirinho
Suplente - José do Carmo Francisco
Suplente - Margarida Fonseca Santos
Suplente - Vergílio Alberto Vieira
Suplente - José António Gomes
Suplente - Silvina Rodrigues Lopes
Suplente - Rui Vieira
Suplente - Serafina Martins
Suplente - Cândido José de Campos

Conselho Fiscal

Presidente - Domingos Lobo
Secretário - Sérgio de Sousa
Relator - Fernando Jorge Fabião
Suplente - Graça Pires
Suplente - António Ferra

CERIMÓNIA DE ENTREGA DO GRANDE PRÉMIO DE POESIA ANTÓNIO FEIJÓ
APE/C.M. DE PONTE DE LIMA A HELDER MOURA PEREIRA
Armando Silva Carvalho
(1938-2017)
A Associação Portuguesa de Escritores comunica, com grande pesar, que faleceu esta manhã o seu sócio, escritor Armando Silva Carvalho, que se encontrava internado no Hospital Montepio Rainha D. Leonor, nas Caldas da Rainha. O funeral realizar-se-á amanhã, dia 2 de Junho, para o cemitério de Olho Marinho, terra natal do escritor.
Prémio Camões 2017 -Manuel Alegre
Fernando Bento - Entrega do Prémio Vida Literária da APE, no dia 25 de Abril de 2016
A Associação Portuguesa de Escritores felicita Manuel Alegre pela atribuição do Prémio Camões.
TEOLINDA GERSÃO VENCE O
GRANDE PRÉMIO DE CONTO "CAMILO CASTELO BRANCO"
APE/C.M. DE VILA NOVA DE FAMALICÃO

Um júri constituído por Cristina Robalo Cordeiro, Raquel Camacho e Salvato Teles de Menezes, reunido na Sede da APE, decidiu por unanimidade, atribuir o prémio ao livro Prantos, amores e outros desvarios, de Teolinda Gersão (Porto Editora).

O júri sublinhou:

«Domínio total das características do conto. Língua cuidada, elegante, erudita. Unidade temática. Transcendência. A capacidade de surpreender sucessivamente no conto seguinte, sendo que o anterior parecia ter sido, indubitavelmente, magistral.»

O Prémio, instituído em 1991, pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, destina-se a distinguir uma obra em língua portuguesa de um autor português ou de país africano de expressão portuguesa, publicada em livro em 1.ª edição, no decurso do ano de 2016.

O valor do prémio é de 7.500 euros.

A data do acto formal de entrega será oportunamente anunciada.

Lisboa, 21 de Junho de 2017                                                                             

A Direcção
GRANDE PRÉMIO DE LITERÁRIA BIOGRÁFICA APE/C.M. DE  CASTELO BRANCO
CERIMÓNIA DE ENTREGA


A cerimónia de entrega do Grande Prémio de Literatura Biográfica APE/C. M. de Castelo Branco - 2014/2015, terá lugar no próximo dia 28 de Junho, pelas 18h00, na Biblioteca Municipal de Castelo Branco, ao autor premiado, Marcello Duarte Mathias, galardoado pelo seu livro Diário da Abuxarda 2007-2014 (Dom Quixote).

Dotado com 5 000 euros, e tendo o patrocínio, exclusivo, da Câmara Municipal de Castelo Branco, este galardão, bienal, teve como membros do júri, José Carlos Seabra Pereira, Maria João Cantinho e Salvato Trigo.
Um júri constituído por Fernando J. B. Martinho, José Manuel Mendes e Rita Patrício decidiu, por maioria, atribuir o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE/C.M. de Amarante ao livro Arrancar Penas a um Canto do Cisne, de Luís Quintais (Assírio & Alvim).

Da acta destaca-se: “este livro dá a ver o sólido percurso poético de Luís Quintais, sustentado numa voz singular, de um lirismo apurado no diálogo constante com várias tradições poéticas e depurado por uma subtil ironia que perpasse os poemas. Manifestando a sua mestria poética em registos bem diferenciados, Luís Quintais, no volume em apreço, revela-se com um autor dos mais marcantes da actual poesia portuguesa.
Fernando J. B. Martinho votou na obra «O Segundo Olhar», de autoria de Inês Lourenço, também enaltecida pelos restantes membros do júri”.

Nesta edição do Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes, e pela 2.ª vez, destina-se a galardoar anualmente uma obra em português e de autor português, publicada integralmente e em 1.ª edição, obras completas de poesia ou antologias poéticas de autor.

Este Prémio com a coordenação da Associação Portuguesa de Escritores e com o patrocínio da C. M. de Amarante, foram concorrentes as obras publicadas no ano 2015, a título excepcional, e 2016.

Luís Quintais nasceu em 1968. É poeta, ensaísta, antropólogo e professor na Universidade de Coimbra. Publicou onze livros de poesia. Foi distinguido com os prémios Aula de Poesia de Barcelona, PEN Clube Português, Prémio Fundação Luís Miguel Nava, Prémio Fundação Inês de Castro e Prémio António Ramos Rosa.

O valor deste Grande Prémio é de € 12.500,00 (doze mil e quinhentos euros).

A cerimónia pública de entrega do Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE/C. M. de Amarante, será oportunamente, anunciada.


Lisboa, 7 de Junho de 2017
                                                                               
A Direcção
LUÍS QUINTAIS VENCE
GRANDE PRÉMIO DE POESIA TEIXEIRA DE PASCOAES APE/C.M. DE AMARANTE - 2015/2016
ISABEL CRISTINA RODRIGUES
VENCE O GRANDE PRÉMIO DE ENSAIO “EDUARDO PRADO COELHO”
APE/C.M. DE VILA NOVA DE FAMALICÃO - 2016
                                                                           
Um júri constituído por Artur Anselmo, Isabel Cristina Mateus e Maria João Reynaud decidiu, por maioria, atribuir o Grande Prémio de Ensaio “Eduardo Prado Coelho” APE/C.M de Vila Nova de Famalicão ao livro A Palavra Submersa. Silêncio e Produção de Sentido em Vergílio Ferreira, de Isabel Cristina Rodrigues (edição da INCM).

O Grande Prémio de Ensaio “Eduardo Pardo Coelho, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores e patrocinado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, destina-se a galardoar anualmente uma obra de ensaio literário, em português e de autor português, publicada em livro, em primeira edição, no decurso do ano de 2016.

O valor monetário deste Grande Prémio é, para o autor distinguido, de € 7.500,00 (sete mil e quinhentos euros) e desde de 2010 distinguiu já Victor Aguiar e Silva, Manuel Gusmão, João Barrento, Rosa Maria Martelo, José Gil, Manuel Frias Martins e José Carlos Seabra Pereira.

A data da cerimónia de entrega do prémio será oportunamente anunciada.
GRANDE PRÉMIO DE LITERATURA DE VIAGENS MARIA ONDINA BRAGA
APE/C. M. DE BRAGA



REGULAMENTO

1. O Grande Prémio Maria Ondina Braga APE/C. M. de Braga, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores (APE) e patrocinado pela Câmara Municipal de Braga, destina-se a galardoar anualmente uma obra em português e de autor português, no domínio da Literatura de Viagens, publicada integralmente e em 1.ª edição, nos termos deste regulamento.

¶ - Nesta edição serão admitidas a concurso obras publicadas no ano 2016 e ainda, a título excepcional, 2015.

2. O valor deste Grande Prémio, a cujo concurso não são admitidas obras póstumas, é de € 12.500,00.

3. A divulgação do Regulamento é feita através dos meios de comunicação social, do sítio oficial da APE e mediante circulares aos seus sócios, bem como por envio para difusão a entidades directamente interessadas.

4. De cada livro concorrente serão enviados cinco exemplares para a Sede da APE (Rua de São Domingos à Lapa, 17 - 1200-832 Lisboa), destinados aos membros do júri e à Biblioteca, devendo ser entregues, até 31 de Outubro de 2017.

5. A Direcção da APE designará os três membros do Júri, que não poderá integrar autores ou editores com livros a concurso.
      
6. De ano para ano o Júri será parcialmente renovado.

7. O Júri disporá de trinta dias para deliberar, reunindo, nesse período de tempo, sempre que achar conveniente.
¶ 1.º - A deliberação é tomada por maioria simples, excluindo-se sempre a posição de abstenção, bem como a possibilidade de atribuição ex-aequo e de menções honrosas.
¶ 2.º - O Grande Prémio não será atribuído se o Júri entender que nenhuma das obras em concurso o justifica.
¶ 3.º - Tomada a deliberação, de que não cabe recurso, o Júri lavrará uma acta final que, em anexo, poderá conter declarações individuais de voto de qualquer dos seus membros.
¶ 4.º - Ao júri compete decidir casos omissos.
                                                                                                   
8. O Coordenador do Grande Prémio, membro da Direcção da APE, prestará, nas sessões que vierem a realizar-se, todo o apoio necessário ao funcionamento do Júri.

9. Far-se-á o anúncio da obra premiada logo após a deliberação do Júri, dando-se mais tarde a conhecer, em momento oportuno e pelos meios considerados idóneos, os fundamentos da opção deste, designadamente através da divulgação da acta e das declarações de voto dos seus membros, quando existirem.

10. A entrega do Grande Prémio ao autor galardoado ocorrerá numa cerimónia pública que terá lugar em Braga, na altura adequada.

11. As edições subsequentes da obra galardoada deverão referenciar, em lugar destacado do volume e da cinta, de forma correcta, o Grande Prémio e a entidade patrocinadora. Assim: Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga APE/C. M. de Braga - 2017
Entrega do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco - Associação Portuguesa de Escritores / Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão
Entrega do Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho
GRANDE PRÉMIO DE ROMANCE E NOVELA
APE/DIRECÇÃO-GERAL DO LIVRO, DOS ARQUIVOS E DAS BIBLIOTECAS - 2016


A Associação Portuguesa de Escritores atribuiu o Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB - 2016, ao livro
O júri, constituído por José Correia Tavares, que presidiu, Isabel Cristina Rodrigues, José Carlos Seabra Pereira, Luís Mourão, Paula Mendes Coelho e Teresa Carvalho, ao reunir pela 4.ª vez, deliberou por maioria, pois Luís Mourão votou em A Gorda, de Isabela Figueiredo (Caminho).

Foram admitidos 93 livros publicados em 2016, de 60 homens (2 com 2 romances, cada) e 31 mulheres, com a chancela de 44 editoras.

Dotado com 15.000 euros, e atribuído a 29 autores - já bisaram 6: Vergílio Ferreira, António Lobo Antunes e Mário Cláudio; Agustina Bessa-Luís, Maria Gabriela Llansol e, agora, Ana Margarida de Carvalho - de 19 editoras, o Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB, instituído em 1982, teve, nesta 35.ª edição, o patrocínio da Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, Câmara Municipal de Grândola, Fundação Calouste Gulbenkian, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, Instituto Camões e Sociedade Portuguesa de Autores.

Não se pode morar nos olhos de um gato
de Ana Margarida de Carvalho
(Teorema)
Cerimónia pública de entrega do Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB - 2016
a Ana Margarida de Carvalho
Entrada do Palácio Galveia, Ministro da Cultura e Presidente da Associação Portuguesa de Escritores Mesa da cerimónia Ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes Presidente da APE, José Manuel Mendes Público
Porta-Voz do Júri, Paula Mendes Coelho Premiada, Ana Margarida de Carvalho Chefe de Divisão das Bibliotecas C.M. de Lisboa, Susana Silvestre Entrega do Grande Prémio de Romance e Novela, premiada, presidente da APE e Ministro da Cultura Premiada, presidente da APE e Ministro da Cultura
Ana Margarida de Carvalho com a obra premiada
Fotos de Fernando Bento
Grande Prémio de Poesia “Teixeira de Pascoaes” APE/C.M. de Amarante
Programa:
16h.00m. - Sessão Solene de entrega do Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes
ao poeta Luís Quintais - Paços do Concelho.

Biblioteca Municipal Albano Sardoeira - descerramento de placa alusiva.
José Correia Tavares
(1938-2017)
É com o mais profundo pesar que vos dou conta do falecimento do nosso dilecto Vice-Presidente da Direcção José Correia Tavares, na manhã de hoje, na sequência de um AVC, após internamento hospitalar desde 15 de dezembro.
O que devemos todos, enquanto Associação, ao trabalho que aqui empreendeu ao longo de uma vida, à sua afabilidade e energia, ao seu talento e apego às causas comum, é inestimável. A maior de todas as homenagens que podemos prestar-lhe, já dentro do que na saudade se fez dor, "mágoa sem remédio", será sempre preservá-lo, nos passos de uma evidência invulgar, no que melhor empreendermos no tempo em devir.
O corpo do nosso dirigente e fraterno amigo estará em câmara ardente na Igreja da Nossa Senhora da Ajuda (na Boa-Hora), amanhã, a partir das 19h00, realizando-se o funeral no dia 20 de Janeiro, às 12h30, para o cemitério do Alto São João, onde pelas 14h00 será cremado.
A APE expressou, momento a momento, a sua solidariedade à filha, Dr.ª Natércia, e as condolências, neste transe de luto, aos familiares.
Consternado, abraça-vos

José Manuel Mendes
Presidente da Direcção

Maria José Casado Fernandes Tavares
                        (1938-2018)
A Associação Portuguesa de Escritores, com o mais profundo pesar, leva ao conhecimento dos seus associados o falecimento da Dr.ª Maria José Casado Fernandes Tavares, esposa do seu Vice-Presidente Dr. José Correia Tavares, a quem é devida uma sentida homenagem, e, expressando a sua solidariedade a toda a família, informa que o corpo se encontra na Igreja da Boa Hora, decorrendo o funeral no dia 13, pelas às 12h30 terá lugar a Missa de corpo presente, com saída para o cemitério do Alto São João pelas 13h00, onde será cremada pelas 14h00.
                             José Correia Tavares

O José Correia Tavares era uma personalidade incomum. Não só pelos talentos, modos, trajectos criativos. Não só por essa dádiva sem fim à Associação que também ajudou a fundar. Num tempo hirsuto, ao lado de quantos, desde José Gomes Ferreira (à luz de Aquilino, entre mais), lhe deram a configuração que assumimos e prolongaremos no interior da comunidade cultural. Não só na arte de conceber, afeiçoar - sem nunca prescindir de um acurado sentido crítico -, pôr em movimento, na Sede ou fora dela, em vários lugares do quotidiano das Letras, projectos que honram a instituição à qual pertencemos. Digo, por exemplo, Grande Prémio de Romance e Novela e sei que, assim, torno peculiar a evidência do seu rosto: escrúpulo, critério, trabalho meticuloso, um jeito nas sessões que ninguém deixava ou deixará de destacar. Não, não só estes traços de uma jornada pública, tantas vezes sem que a procurasse ou dela fizesse o mínimo alarde.
O José Correia Tavares, Vice-Presidente da APE, exerceu com esmero e ético aprumo uma função nunca dissociada dos sócios, tanto na relação com cada um como na defesa dos interesses colectivos. Inclusivo, atento, generoso, acolhia quem chegava segundo uma regra de cordialidade sem cálculo. Acudia-lhes, quando necessário, a troco de nada: na revisão de um texto, nos juízos pertinentes sobre originais, nas soluções que encontrava para circunstâncias difíceis. Dou testemunho, o testemunho incisivo do velho companheiro, como podem dá-lo os membros dos órgãos sociais e, pelo convívio estreito, a Maria Seizete, a Paula Trindade, que aí estão, nas quais tanto me revejo também.
Tendo pertencido a numerosos júris, amiúde enquanto coordenador, adquiriu o prestígio do homem culto, competente, infatigável e sério cujas escolhas, pela clarividência e por uma ponderação buscando o melhor dos escritos sob escrutínio, acabavam por revelar-se as menos prescindíveis. Estivemos juntos numas quantas mesas de veredicto. Nenhuma dúvida no que afirmo. Como nenhuma dúvida tenho (apetece o plural: temos) a propósito das mil formas com que, aquém e além dos desacordos, quem não viveu essa experiência tão inerente à dialogia e aos processos de acção em grupo?, nos enriqueceu a humana viagem a caminho do ocidente, ande por agora longe ou perto o cabo de finisterra. Guardo, guardamos dele as estórias, os dizeres certeiros, o humor terno e corrosivo, as manifestações satíricas (acima de tudo em matérias da política fátua e primária, dos costumes e taras sociais), os repentes de uma espécie de ira furtando-se ao rancor, a vastíssima gama dos instantes de amenidade, bonomia, inquietação com as nossas saúdes (Cuida de ti, ouvia eu, ouvíamos, a expressão contristada), regalos - regalos, sim, basta que recordemos as ofertas de pequenas preciosidades sem porquê -, o riso agregador, o instinto solidário diante dos injustiçados. Uso um vocábulo que enuncia na perfeição o seu apego irredutível à ideia de Justiça, à liberdade, jamais instrumental, ao humanismo dos elos decisivos.
O Correia Tavares, José Correia de Jesus Tavares
(desculpa, chamava-te Zé, apenas uma sílaba, uma sílaba sem igual, e tu preferiste o Zé Manel logo no início, só os muito íntimos me tratam dessa maneira, verás porque recorro ao teu nome por extenso), foi sempre um cidadão íntegro, que não confundiu nem tolerou que tentassem confundi-lo, e um poeta singularíssimo, como os seus apurados livros demonstram. Aí estão, com prefácios de autores por si convidados na base do apreço e da gratulação, a par da qualidade de leitura, uma instância regulada à margem dos cálculos comerciais ou do elogio fácil. Estão, constituem proeminência e resíduo do que em si se achava esculpido no magma essencial. Faltam alguns, que concluíra, o último dos quais (magnífico a avaliar pelas quadras que me leu ao telefone nas duas semanas antes do acidente vascular) volvia às incisões de uma atmosfera rememorativa, genealógica, familiar, presente no belíssimo Velhos são os caminhos, fala-verso da mãe nonagenária e sem estudos, com relevo para o amor a Maria José, amor-raiz, amor no absoluto, na partilha e interdependência, Maria José que há uma semana perdemos, e à querida Natércia, querida de seu pai, por mim, por nós querida, que agora abraço em pleno enlace de dor e afectividade.
O José Correia Tavares radicará doravante, vivido o luto, no melhor que, iluminados pelo seu percurso, empreendermos. Ele teve sempre uma Casa de duas folhagens, aquela em que morava, ali à Junqueira, e a APE. Não saberemos agradecer-lhe o legado imenso distantes das lições da sua vida. Ser-lhe-emos um prolongamento plural. E comovidamente adstrito. Até breve: até logo, até amanhã, dilecto amigo.

José Manuel Mendes

(Este texto foi lido por Luís Machado no funeral, uma vez que o presidente se encontrava à mesma hora em Amarante, em nome da APE, no acto de entrega do Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes)
Quadras de José Correia Tavares escolhidas e lidas pela filha Natércia Tavares
                  
Apesar do que se passa,
Não chores, ri outra vez,
Quando a vista fica baça,
Nós perdemos lucidez.

Entre chegada e partida,
Alegrias e tristezas,
No bolo da minha vida,
Todas as velas acesas.

Recuso qualquer prebenda,
Meu peso em ouro de lei,
Não esperem que me renda,
Pois isso nunca farei.

Digo nesta redondilha,
Sem ela me ser pedida,
Que mãe e mulher e filha
As paixões da minha vida.

Tu chama, eu sou a vela,
Num altar inominado,
Sem esta não há aquela,
Dar luz juntos, nosso fado.

Embora ao longo da vida
Tenha tido alguns amores,
Bandeira, na despedida,
Só quero a dos Escritores.

Mãos dadas à minha volta,
Quando partir, rumo aos céus,
Eu preciso duma escolta,
Para me encontrar com Deus.

Somos nós, a escolta de José Correia Tavares.
Grande Poeta, Homem excepcional… e pai da Natércia.

     Muito Obrigada!
(1921-2018)
A Associação Portuguesa de Escritores evoca Natália Nunes, com profundo apreço e saudade, lembrando a sua obra de admirável narradora e ensaísta bem como, entre as suas acções de cidadã empenhada, tudo quanto fez, nas horas difíceis, para que esta Casa nascesse e se consolidasse.

A Direcção
Abertura do Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE/C. M. de Amarante
O Prémio destina-se a Obras Completas de Poesia ou Antologias Poéticas de autor
Prazo termina no dia 27 de Abril

Consulte o regulamento aqui

PAULO MOURA VENCE A 1.ª EDIÇÃO DO
GRANDE PRÉMIO DE LITERATURA DE VIAGENS MARIA ONDINA BRAGA APE/C.M. DE BRAGA


Um júri, coordenado por José Manuel Mendes, constituído por António Mega Ferreira, Guilherme d’Oliveira Martins e Helena Vasconcelos atribuiu, por unanimidade, o Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga ao livro Extremo Ocidental - Uma Viagem de Moto pela Costa Portuguesa, de Caminha a Monte Gordo, de Paulo Moura (Elsinore).

Na acta o júri consta: “…Extremo Ocidental de Paulo Moura resulta pelas suas características singulares - a viagem como redescoberta do próprio país - e pela sobriedade encantatória da sua escrita.”

Nesta 1.ª edição da Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Braga, concorreram, as obras saídas no ano de 2016, e a título excepcional, 2015.

O valor monetário deste Grande Prémio é, para o autor distinguido, de € 12.500,00.

A cerimónia de entrega do prémio será anunciada oportunamente.
GRANDE PRÉMIO DE ENSAIO EDUARDO PRADO APE/C.M. VILA NOVA DE FAMALICÃO
ABERTURA DE CONCURSO - Prazo de entrega até 27 de Abril


Encontra-se aberto o Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão. A presente edição destina-se a galardoar anualmente uma obra de ensaio literário, em português e de autor português, publicada em livro, em primeira edição, no ano de 2017.
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